Aberta ontem na Casa de Cultura Érico Veríssimo, em Capão da Canoa, a exposição que conta o passado e o presente da Travessia Regis Bittencourt, ficará na cidade até o dia 27 de janeiro. No dia 05 de janeiro acontecerá o coquetel de confraternização com a comunidade local.
O vão móvel da Ponte do Guaíba é a atração principal da exposição. Desde o projeto e sua execução diferenciada, até um modelo que replica o funcionamento real da obra de arte, são ali apresentados ao público.
A programação completa inclui a passagem por doze cidades no Rio Grande do Sul, das quais já passou por sete (Porto Alegre, Tapes, Guaíba, Camaquã, Santo Ângelo, Santa Maria, Osório) e, após Capão, seguirá para Torres, Pelotas, Rio Grande e Jaguarão. Cerca de 15 mil visitantes já passaram pelo projeto, cumprindo o objetivo da curadoria, de ampliar o conhecimento dos gaúchos sobre o monumento.
O escritório Marcos Carrilho Arquitetos, de São Paulo, é o proponente do trabalho junto ao Ministério da Cultura, que conta com a co-realização do SESC RS e patrocínio da Concepa.